Blog da SC

Palestra “Salão do Móvel de Milão: tendências e destaques”

O Centro de Artes e Design convida a todos para a palestra “Salão do Móvel de Milão: tendências e destaques”, que será proferida pela professora Aletea Mattes, coordenadora do curso de Design de Interiores do Centro de Artes e Design. Aleta que visitou em abril de 2009 o Salão Internacional do Móvel de Milão irá contar suas experiências e percepções aos participantes.

A palestra será realizada no dia 03 de junho no  Auditório da Federação do Comércio de Santa Catarina – FECOMERCIO das 19h às 21h.

Entrada: 2 kg de alimento não perecível, que será destinado para o Centro de Recuperação de dependentes químicos, Bojavascript:;m Samaritano.

Clique aqui para baixar o convite.

Um pequeno ajuste de entendimentos

Está em dúvida sobre se associar?

Entenda, neste texto do presidente Claudney Wilbert, nosso posicionamento a respeito de “associação”.

    Olá, sou Claudney Wilbert, estou atuando como presidente da SCDesign nesta fase.

    Gostaria de compartilhar um pouco da experiência de estar organizando uma associação. Pode parecer um pequeno desabafo, mas é na verdade um pequeno ajuste de entendimentos.

    Um grande problema que encontrei nestes anos de SCDesign foi exatamente fazer com que os aspirantes a associados compreendam o verdadeiro conceito de associação.

    Acredito que a palavra “ASSOCIAÇÃO” deveria representar muito mais do que “EU PAGO, VOCÊS FAZEM”.

    Vejamos um pequeno resumo da situação das pessoas que estão trabalhando nesse processo atualmente.

    Temos o Adriano Wagner de Florianópolis, que criou a SCDesign, ficou 4 anos fechando parcerias e convencendo voluntários a trabalharem por uma causa, viajou para várias cidades catarinenses com recursos próprios e participa das reuniões periódicas da associação.

    Temos o Jairo Jr. de Itajaí, que pesquisou e levantou contatos acadêmicos no estado, está revisando todo o conteúdo sobre educação do portal, representou a SCDesign no EPD2007 com recursos próprios e participa das reuniões periódicas da associação.

    Temos o João Costa de Florianópolis, que desenvolveu todo esse portal, recriou o sistema de cadastro sem cobrar qualquer valor, faz relações públicas, fechou várias parcerias e eventos e participa das reuniões periódicas da associação.

    Eu, em Joinville, respondo a vários emails por dia, estou fechando parcerias com pós-graduações (a mais recente com a Sustentare), parcerias com revistas, estou viabilizando a parceria com a Universidade de Pforzheim na Alemanha, dou palestras em Universidades para divulgar a SCDesign sem cobrar nada e viajando com recursos próprios e participo das reuniões periódicas da associação.

    Ainda temos outros três estagiários também voluntários.

    Cada um contribui normalmente com a anuidade, não havendo nenhum tipo de remuneração para ninguém. É trabalho voluntário mesmo.

    E, quando divulgamos ou falamos sobre a SCDesign, a questão está sempre na ponta da língua: “Quais os benefícios??? Só participo se tiver benefícios!!!”

    Enfim, conseguiu compreender onde quero chegar?

    O que posso dizer sobre nosso entendimento de associação é que 100% dos recursos serão aplicados na associação, para a associação e em prol da associação.

    Porém, como associado, você não deve simplesmente manter em dia sua anuidade e esperar que os benefícios caiam do céu.

    Você deve trabalhar para o desenvolvimento da associação, pois o seu investimento, vai se somar ao meu, ao do Adriano, ao do Jairo, ao do João, ao de todos os outros, para podermos, de comum acordo, pleitear melhorias em nossa atividade utilizando os recursos financeiros levantados das anuidades e parcerias, mas também a mão de obra voluntária disponível. É uma troca de favores… uma associação!!!

    Sei que é impossível, mas nós gostaríamos de só ter associados que pensassem totalmente no coletivo e não individualmente.

    Para quem está disposto a trabalhar dessa forma, a associação por si só já é um benefício. De outra forma, com sinceridade, só contribuir com a anuidade e esperar o benefício não nos ajuda em nada.

    Nosso apelo é “Traga sua vontade para trabalhar e podemos criar sim uma verdadeira ‘ASSOCIAÇÃO’… um GRUPO… de AJUDA MÚTUA”.

    Obrigado pelo apoio dos que estão acreditando na causa e já se cadastraram… e um forte abraço.

Menos é mais, 90 anos depois

Esta é a versão extendida do texto a ser publicado na revista Webdesign, editada pela Arteccom.

Menos é mais, 90 anos depois
Abril de 1919 foi marcado pelo criação da mais importante escola de design do Século XX, a Bauhaus, idealizada por um grupo de artistas, arquitetos e artesãos na cidade alemã de Weimar.

As influências do pensamento e da estética bauhausiana são perceptíveis ainda hoje, fundamentadas no funcionalismo e na extinção de ornamentos e excessos formais na superfície dos produtos. As expressões “Menos é mais” e “A forma segue a função” nasceram na base do pensamento modernista e, pautado no posicionamento político dos dirigentes da escola, pregavam o papel educativo da arquitetura e o nivelamento entre as diversas classes sociais.

Nas mídias digitais, particularmente websites, é possível ver aplicação dos conceitos da Bauhaus. As primeiras interfaces para websites eram muito simples e definidas pela pouca largura de banda e pelo pouco poder de processamento dos computadores. Em um segundo momento, assistimos ao uso extensivo de animações em banners e ícones, que disputavam a atenção do olhar com o próprio conteúdo do site.

Hoje o mercado e os profissionais apresentam maior amadurecimento, com atenções para maior eficiência das interfaces web. Assim, questões como usabilidade, acessibilidade e arquitetura de informação dão o tom funcionalista no desenvolvimento de produtos e serviços web. Exemplo são os grandes portais de notícias que prezam pela facilidade de uso, e pela possibilidade de ter seus conteúdos acessados por qualquer pessoa a partir de qualquer dispositivo ou computador. O excesso de recursos visuais e de ornamentos dá espaço foi substituído por uma visual limpo, com destaque para o conteúdo. Também o código passa a ser semanticamente mais elaborado, o que aumenta a eficiência e a produtividade para a manutenção.

Hoje em dia, mais que nunca, menos é mais na web.

via interfaceando

Tire o seu currículo do “basicão”

Quando alguém é demitido ou apenas está buscando novas oportunidades, uma das primeiras coisas que faz é digitar a expressão “modelo de currículo” no Google. Em menos de um segundo, a ferramenta de busca apresenta uma lista de 62.300 sites onde aparecem dicas e modelos para elaborar um curriculum vitae ideal. A verdade é que não existem modelos ideais de currículo, segundo Selma Fredo, da consultoria de gestão do capital humano DBM, de São Paulo. “Existem, sim, roteiros que podem orientar quem se candidata a uma vaga”, afirma.

A consultora lembra que, antes de redigir o currículo, a pessoa deve fazer uma espécie de rascunho. “Antes mesmo de buscar modelos na internet ou de escrever o currículo, é preciso fazer um exercício de reflexão e resgate de memória”, ressalta. Nesse momento, diz Selma, é importante resgatar as principais realizações profissionais. “Isso vai garantir argumentação para se defender junto a um interlocutor, quando estiver numa segunda etapa. Ajuda a fugir do basicão”.

Feito o rascunho, “que vai render um bom número de páginas” – lembra Selma -, é chegada a hora da filtragem, selecionando o que for mais relevante profissionalmente. “O ideal é fazer com que o avaliador fique curioso, queira saber mais sobre as competências do candidato”, explica. Ou seja, o currículo configura-se como um acessório que poderá – ou não – conduzir o candidato à entrevista pessoal. E aí que se aprofundará o que foi colocado no currículo, destacando desafios enfrentados, resultados conquistados, iniciativas propostas, posicionamentos de liderança, etc.

Para Selma, um currículo profissional deve ter duas páginas, podendo chegar a três – caso seja mesmo necessário. Ela recomenda que ao usar o modelo cronológico (que é o mais comum) coloquem-se as seguintes informações depois dos dados pessoais: objetivo, principais qualificações, histórico profissional, principais realizações e, só então, formação acadêmica completa e informações complementares.

Um bom currículo chama a atenção pelo conteúdo, e não pelo seu aspecto visual ou pelo excesso de algum tipo de linguagem, como a primeira pessoa. Selma diz que usar a primeira pessoa – ou seja, o “eu” – não é errado, mas corre-se o sério risco de que o candidato soe petulante: “Só se adjetiva quando há, de fato, muita consistência”.

No caso dos currículos enviados por e-mail, a apresentação não deve ser maior do que um parágrafo. É aí que reside o desafio de deixar a mensagem atraente. “São como as antigas cartas de apresentação”, observa Selma. “É importante dizer como chegou até essa pessoa [o selecionador] e fazer um brevíssimo relato da experiência profissional”, indica a consultora da DBM.

Na redação do currículo, o postulante a uma vaga pode optar por não colocar informações pessoais, tais como endereço residencial, estado civil e idade. O problema é que no Brasil, explica Selma, as empresas querem saber estas coisas. “O mercado é complicado, porque quer saber o que não deveria saber. Isso é discriminatório. Na Europa e nos Estados Unidos, por exemplo, é proibido exigir este tipo de especificação.” Caso o candidato opte por colocar estes dados, Selma sugere que o faça no final do currículo, junto às informações complementares.

A internet a serviço dos selecionadores

As empresas estão usando cada vez mais as redes sociais online para buscar informações adicionais sobre quem está sendo avaliado. O Orkut, por exemplo, é um dos mais comuns. No entanto, a ferramenta de maior sucesso tem sido o Linkedin, onde cerca de 40 milhões de profissionais compartilham informações, ideias e oportunidades no mundo dos negócios. “É um Orkut mais profissional, uma ferramenta global que tem sido amplamente utilizada”, destaca Selma.

Outra fonte de consulta profissional poderá ser, em breve, o Currículo Lattes (base de dados de currículos e instituições das áreas de Ciência e Tecnologia, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, o CNPq). Ainda que hoje esteja direcionado apenas para o ambiente acadêmico, Selma diz que existe “um movimento muito sutil” para eleger o Currículo Lattes como mais uma poderosa ferramenta a serviço das empresas.

Por: Ricardo Lacerda / Redação de AMANHÃ

ICA “The Banana”

A ICA é uma rede de supermercados na Suécia que, um belo dia, resolveu anunciar seus produtos sem um garoto-propaganda estúpido que repete preços e bordões como se falasse com uma criança de 4 anos. Para isso, ela contratou uma agência, também sueca, chamada King.

O que os criativos da King fizeram foi bem simples. Criaram uma pequena história de um funcionário atrapalhado que escorrega e começa derrubar tudo o que tem pela frente ao som de “Danúbio Azul”, de Johann Strauss II. No meio dessa ópera do caos, imagens e preços dos produtos vão aparecendo.

Com vocês, “The Banana”. Comercial premiado com Ouro no SAAwards 2005 – Scandinavian Advertising Awards. Um jeito inteligente e divertido de se fazer varejo.

Aché Laboratórios renova embalagens

O Aché Laboratórios apresenta em maio, nas farmácias de todo o Brasil, suas novas embalagens., O projeto gráfico, conduzido pela agência M Design, fortaleceu a presença e a qualidade do Aché, valorizando as marcas dos produtos e da empresa.

A reformulação dos grafismos e alinhamento visual das centenas de embalagens compreendeu todos os medicamentos do Aché: sob prescrição médica, MIP (medicamentos isentos de prescrição), fitoterápicos e genéricos, comercializados sobre a marca Biosintética, que também foi modernizada e posicionada no topo das embalagens, em lugar de destaque. Os novos padrões unificaram caixas, rótulos, bisnagas, embalagens de vidro, amostra grátis, bulas e blisters.

Foram adotadas regras de diagramação e paletas exclusivas de cores que viabilizaram uma unidade entre os produtos e organizaram e hierarquizaram informações essenciais tais como: dosagens, princípios ativos, concentração, quantidades e prescrições, entre outros, numa sintonia com a assinatura de qualidade, confiança e segurança do Aché. “As novas embalagens estão mais práticas e funcionais, pois ressaltam, de maneira clara e objetiva, as informações necessárias aos consumidores e aos profissionais da saúde”, explica Vânia Nogueira Machado, diretora Comercial do Aché.

O fundo magenta, cor tradicional do fabricante, foi adotado como unidade dominante na comunicação. Sobre esta, uma testeira metrizada por um arco branco sintetiza, ao lado da marca Aché, um movimento ascendente de avanço, como se apontasse o futuro, num traço de modernidade. A cor garantiu maior visibilidade da marca e se faz clara, objetiva e inconfundível no pdv. “O design das novas embalagens revela características da nossa marca das quais nos orgulhamos e perseguimos: crescimento, amplitude e maior presença do Aché nos pontos de venda, horizonte para os colaboradores, futuro para a empresa e grandeza para enfrentar e superar desafios”, afirma Vânia.

“O impacto é sensível ao se visualizar nas prateleiras o paredão magenta dos produtos Aché e a realização prova que performance e estética podem andar de mãos dadas e dentro das normas regulatórias do setor”, comenta Renato Nishimura, diretor de criação da M Design.

Sobre o Aché Laboratórios
O Aché é uma empresa 100% brasileira, com mais de 40 anos de atuação no mercado farmacêutico. Conta com dois complexos industriais, um em sua sede, em Guarulhos (SP), e outro em São Paulo (SP), mais de 3.000 colaboradores e uma das maiores forças de vendas do segmento no Brasil. Para atender às necessidades dos profissionais de saúde e consumidores, o Aché oferece um portfólio diversificado com mais de 210 marcas e 500 apresentações entre medicamentos sob prescrição, genéricos e MIP (isentos de prescrição). No mercado internacional, exporta para 12 países da América do Norte, América Latina e África. Em 2008, o Aché registrou receita operacional bruta de mais R$ 1,9 bilhão.

Ficha Técnica Profissional:
Direção de Criação: Tadeu Matsumoto e Renato Nishimura
Criação: Renato Aota e Renato Nishimura
Atendimento: Tadeu Matsumoto
Produção Gráfica: Rachel Simões
Gerente de Comunicação: Márcia Tedesco Dal Secco

www.mdesign.art.br

O Design é assim, assim é o Design

Vejam este vídeo educativo sobre design, produzido pela Rede Gaúcha de Design, mostrando um pouco do dia a dia do designer e sua metodologia de trabalho. Uma bela iniciativa para a valorização da profissão e do profissional.

Assista: