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Bolsas de estudo para o Politécnico de Milão

O POLI.design – Consorcio do Politecnico de Milano está oferendo 20 bolsas de estudo do curso de pos-graduaçao em idioma inglês em desenho industrial pra arquitetura.

Serão quatro cursos de pós-graduação do Politecnico de Milão, que vão começar neste outono.

Os interessados podem obter mais informações nas páginas www.polidesign.net/master e www.polidesign.net.


Exposição: Tipografia vernacular em Recife

Foi aberta no dia 8 de julho, e poderá ser vista até 8 de setembro, no Centro de Design do Recife, a exposição “Tipografia vernacular: Do analógico ao digital“. A mostra, que tem Fátima Finizola e Damião Santana, pretende apresentar a diversidade da paisagem tipográfica dos centros urbanos e as experiências visuais e informacionais que ela proporciona, tratando desde os letreiramentos populares até a produção tipográfica digital brasileira recente que busca referências no universo da letra popular.

A exposição pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, na Galeria do Centro de Design do Recife, que fica no Pátio de São Pedro, casa 10 (São José).

Mais informaçõespelo telefone (81) 3355-3147 ou no site: www.centrodesignrecife.org.

50 milhões em Inovação Industrial

CNI e Sebrae investirão R$ 50 milhões em inovação industrial onde os recursos serão utilizados para financiar a criação de núcleos de inovação em 20 estados brasileiros.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) vão investir cada um R$ 25 milhões, um total de R$ 50 milhões, em um projeto de inovação na indústria. A afirmação foi feita nesta segunda-feira em conjunto por representantes da CNI, Sebrae, BNDES e Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), após reunião na sede da CNI em São Paulo. Os recursos serão usados para financiar a formação de núcleos de inovação em 20 Estados.

Os núcleos vão ser conduzidos pelas federações de indústrias. O objetivo destes núcleos é formar empresários na gestão da inovação e investir em um total de 18 mil empresas. O projeto faz parte de um programa maior, o Comitê de Mobilização pela Inovação, com o qual o BNDES já vem trabalhando em parceria com o MCT. “O Comitê de Mobilização pela Inovação é o ponto central das ações da CNI dentro do Programa de Competitividade da Indústria Brasileira”, afirma o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

Em maio, a CNI apresentou aos principais candidatos à Presidência da República uma série de propostas abordando as questões tributárias, ambientais, de infraestrutura e de comércio internacional. Todas as propostas, de acordo com Andrade, convergem para o aumento da competitividade do País. “E na competitividade o tema central é a inovação”, diz o executivo, para quem sem investimentos em inovação o Brasil vai perder a condição de país competitivo com possibilidade de crescer a taxas sustentadas.

Fonte: IG Inovação

Guarda-roupa digital já é realidade

Software “Com Qual Roupa?” ajuda a catalogar e combinar todas as peças do armário.

Foto: Selmy Yassuda (Dany Padilha, á esquerda, desenvolveu o software "Com qual roupa?", que gerencia o guarda-roupa. Karla Kretzman aprovou a novidade)


A cena em que Cher – a personagem de Alicia Silverstone no filme “As Patricinhas de Beverly Hills” – escolhe suas roupas por meio de um programa de computador fez muita garota suspirar de inveja. Montar combinações e looks sem deixar o armário desorganizado ou uma pilha de peças em cima da cama é um sonho de consumo de muita mulher e – por que não? – também de muitos homens preocupados com praticidade e boa aparência. Pois a administradora Dany Padilha desenvolveu o software “Com qual roupa?”, que  faz exatamente isso: cataloga todas as roupas do guarda-roupa da pessoa e ajuda a fazer combinações com rapidez e eficiência.

A criação surgiu de uma necessidade pessoal de Dany. “Em 2008, estava morando na Califórnia, um lugar de muito consumo, e vi que tinha roupas demais e precisava organizá-las de alguma forma. Procurei pela internet algum programa que suprisse minhas necessidades e não encontrei. Se até namorados podemos escolher na internet, porque não podemos fazer o mesmo com as nossas roupas?”, explicou a empreendedora, que já havia investido em diversos negócios, desde exportação de granito até uma fábrica de molhos para massa.

O software – que custa R$ 385, mas pode ser baixado gratuitamente por 30 dias no site – separa as peças por tipo, cores, estilos, marca, clima e até a última data utilizada – ferramenta, aliás, que pode evitar a repetição de peças em um mesmo grupo ou evento, o pesadelo de muitas mulhreres. “É muito fácil usar uma combinação que já sabemos que deu certo. O programa ajuda a multiplicar o uso delas, além de inibir o impulso consumista porque vemos quais são as nossas verdadeiras necessidades”, explica Dany.
O passo principal para que o software funcione bem é fotografar com capricho todas as roupas. E isso exige paciência. O ideal é que elas sejam vestidas uma a uma em um manequim e que assim sejam fotografadas. Para quem mora no Rio de Janeiro, no entanto, Dany oferece serviço complementar que faz o cadastramento das roupas a serem inseridas no software. Ela cobra R$ 4 por peça e exige um mínimo de trezentas no vestuário. Os acessórios, como bolsas e sapatos, também podem ser fotografados – o software oferece a opção de combiná-los com a roupa escolhida.
A analista do mercado financeiro Karla Kretzman, de 37 anos, comprou o programa. “Na correria do dia a dia fica dificil ter tempo para ficar pensando em combinações de roupa”, explicou. “Com o software, estou com um outro olhar em relação a moda. Não quero mais os looks que as vitrinistas das lojas montam. Estou mais criativa. Posso usar as minhas roupas de diversas maneiras e passar adiante o que nunca vou usar”, completou.

Desde o final de janeiro, quase 15 mil pessoas baixaram ou compraram o programa. Além disso, em seu blog, Dany faz papel de guru da moda dando dicas e publicando combinações que as suas leitoras e usuárias mandam.

Fonte: IG Moda

Louis Vuitton compra a brasileira Sack’s

Controladores da Louis Vuitton ficarão com 70% da varejista de cosméticos mas o valor do negócio não foi revelado.

O grupo francês LVMH anunciou nesta sexta-feira a compra de 70% da rede brasileira Sack’s, especializada no comércio de cosméticos. Os termos financeiros da transação não foram revelados. Com a operação, o grupo francês, voltado ao segmento de luxo, fará entrar no mercado brasileiro a marca Sephora.

Fundada em 2000, a Sack’s comercializa mais de 270 marcas e tem mais de 830 mil clientes. Os 30% restantes da empresa permanecerão nas mãos de seu fundador, Carlos André Montenegro. O empresário será mantido no comando executivo da companhia.

A LVMH controla marcas como Moët & Chandon, Dom Pérignon e Louis Vuitton.

Fonte: IG Empresas

Nova técnica melhora resistência dos bioplásticos

O grande desafio da indústria de plástico é encontrar um produto que seja resistente como o plástico tradicional, feito a partir do petróleo, e, ao mesmo tempo, biodegradável e pouco nocivo ao meio ambiente. Anúncios feitos nos últimos meses mostram que o setor está perto de encontrar esse equilíbrio. Um exemplo é o trabalho de Antonio Aprígio da Silva Curvelo, professor da Universidade de São Paulo. Ele desenvolveu um plástico que utiliza matéria prima vegetal e apresenta maior consistência graças a um reforço estrutural obtido com a utilização de polpa celulósica, estrutura da planta que deixa o plástico mais resistente.

O novo bioplástico compostável, que depende de microorganismos para se degradar, é feito com amido de fontes vegetais, como milho, batata, mandioca e arroz. O tempo de degradação é estimado em até 180 dias. Um plástico tradicional leva quase 400 anos para sumir do meio ambiente. Apesar de ainda não estar no mercado, algumas empresas já demonstraram interesse no material. “A partir dos estudos realizados já é possível produzir em larga escala”, diz Curvelo.

Os plásticos biodegradáveis são uma alternativa aos produtos convencionais e têm a vantagem de não se acumularem no meio ambiente. “O uso é indicado para aqueles produtos nos quais a utilização ocorre uma única vez e já há o descarte”, diz Telmo Ojeda, doutor em engenharia de materiais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS). O único problema do bioplástico compostável é o preço. “O custo é cerca de cinco vezes maior do que os feitos com plásticos convencionais, porque sua fabricação depende de biotecnologia e a demanda ainda é pequena”, afirma Ojedo.

Plásticos ecológicos

Foto: Sacolas produzidas com bioplástico Res Brasil

O bioplástico compostável desenvolvido pelo professor da USP é mais um tipo de plástico ambientalmente correto a chegar ao mercado. Especializada em embalagens naturalmente degradáveis, a Res Brasil tem parcerias com universidades no exterior, fornece tecnologia para a fabricação de bioplásticos a mais de 260 empresas licenciadas para produzir o material e ainda comercializa embalagens para empresas como Bradesco, Vivo e Colgate-Palmolive.

A Res Brasil tem três tipos de plástico degradável. A última tecnologia a sair de seus laboratórios é o aditivo oxibiodegradável, que torna o período de degradação dos plásticos tradicionais cerca de 200 vezes menor. “Apesar de ter um custo até 10% maior do que os plásticos tradicionais, ele já é usado em 80% das sacolas plásticas brasileiras”, diz Eduardo Van Roosti, diretor da empresa. Já o bioplástico compostável, fabricado com amido, tem custo até 10 vezes mais caro do que os convencionais. A Res Brasil ainda desenvolve ainda os hidrossolúveis, plásticos utilizados para embalar produtos secos que serão dissolvidos em água.

O aumento na procura pelos bioplásticos se reflete no faturamento. “A empresa tem duplicado de tamanho nos últimos anos, temos mais de 270 empresas que usam nossos produtos e a previsão é de que o número aumente cerca de 5% ao mês”, diz Roosti.

A Biomater é outra empresa no ramo dos plásticos biodegradáveis. Fundada em 2003, dedica-se aos bioplásticos compostáveis feitos com amido de mandioca, batata e milho. É sócia da empresa holandesa Rodenburg Biopolymers que produz plásticos biodegradáveis há mais de 10 anos, e por meio dessa parceria transfere tecnologias.

João Carlos de Godoy Moreira, diretor de tecnologia da Biomater, diz que em outubro a empresa inaugurará uma usina de bioplástico no Mato Grosso do Sul. “Será capaz de produzir cinco mil toneladas do produto por ano, atendendo parte da demanda, estimada em aproximadamente oito milhões de toneladas por ano”, afirma.

Foto: Jogo da Estrela é feito com “plástico verde” da Braskem

De olho no mercado de sustentabilidade, a Braskem, produtora de resinas termoplásticas e de outros produtos petroquímicos, desenvolveu o polietileno verde. O novo biopolímero, ou “plástico verde”, utiliza o álcool, uma fonte renovável obtida da cana-de-açúcar, como matéria prima. O produto tem características físicas e mecânicas comparáveis aos plásticos convencionais, com uma desvantagem: não é biodegradável.

A empresa, que concentrava sua produção de plásticos no petróleo, agora considera o biopolímero como pilar de seu crescimento, com demanda garantida em empresas como Natura, Estrela e Johnson & Johnson. “A venda deste novo material começará no quarto trimestre, de outubro a dezembro, e disponibilizaremos 220 mil toneladas por ano ao mercado na nova fábrica do Rio Grande do Sul”, diz Leonora Novaes, gerente comercial do projeto de polietileno verde da Braskem.

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Bruna Bessi, iG São Paulo
Fonte: IG Economia

Empresas investem pouco em inovação para a Classe C

Os estudiosos do consumo identificaram que empresas interessadas em conquistar o consumidor da baixa renda adotam quatro tipos diferentes de estratégia. A mais comum é criar versões mais baratas do mesmo produto, normalmente com mudanças no tamanho da embalagem. A menos adotada, mas considerada a mais importante, é a criação de produtos e serviços específicos para quem tem menos dinheiro.

Segundo Haroldo Torres, sócio da consultoria C D E, especializada em consumidores de baixa renda, a relutância em inovar tem razões culturais e financeiras. “Criar algo pressupõe aceitar que padrões bem-sucedidos podem não servir no futuro”, diz Torres. “Também exige mudar a cultura de trabalho, a gestão e a até a composição da equipe. Para ele, ações como essas demandam tempo e, acima de tudo, dinheiro, sem que o investidor tenha garantias de retorno. “Poucos homens de negócio têm coragem de reconhecer erros ou assumir os riscos de mudanças que podem levar a perdas financeiras”, afirma.

Veja abaixo as estratégias mais comuns para conquistar a classe C e exemplos de empresas que decidiram adotá-las.

1) Vender mais, do mesmo, por menos

É a estratégia mais fácil e mais comum. A empresa acredita que os mais pobres almejam os mesmos bens dos mais ricos e lhe oferece os mesmos produtos em versões mais acessíveis.

Exemplo:
a nova linha de sucos de frutas Dell Valle Mais, da Coca-Cola. Pode ser encontrada na embalagem em 750 ml, a um preço médio 25% menor que a versão original, de um litro

2) Repaginar produtos tradicionais

A empresa faz ajustes em seu produto ou modelo de negócio para aproximá-lo do consumidor de classe C. É a estratégia predominante no setor de serviços, principalmente entre bancos e supermercados

Exemplo:
a rede Todo Dia, do Walmart. Com 77 unidades de porte médio tem instalações mais simples e localizadas nas periferias. Oferecem alimentos, produtos eletrônicos e brinquedos com preços de 5% a 25% menores que o da concorrência e do próprio Walmart.


3) Apostar na inovação

A empresa decide criar produtos e serviços sob medida para as necessidades das classes emergentes. Poucas empresas aceitaram o risco de investir nessa estratégia, apesar de ser uma das mais indicadas.

Exemplo:
a estratégia global da Nestlé que busca atender 2,8 bilhões de pessoas que vivem com menos de US$ 10 por dia. Uma das ações é desenvolver alimentos com nutrientes específicos para países emergentes. No Brasil, uma das iniciativas mais recente foi o lançamento do Ninho com cereal, com fortificantes apropriados para suprir as carências alimentares de crianças nas regiões Norte e Nordeste. Outra ação foi adoção do modelo de vendas porta-à-porta, entregue a uma rede de microempreendedores.

4) Investir no bem estar do consumidor

É a estratégia mais rara. Normalmente baseia-se em campanhas promocionais que buscam aperfeiçoar a qualidade de vida e o conhecimento dos consumidores. A divulgação da marca e a venda dos produtos ficam em segundo plano e ocorrem por associação indireta.

Exemplo:
a campanha de prevenção do câncer de mama realizado pela Avon no mundo, concebida para fortalecer a idéia de que a empresa não quer só vender seus produtos, mas também participar das vida das clientes e oferecer soluções para seus problemas.

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Edição: 199, Autor: IG Economia – CGI Moveleiro
Fonte: TotalMoveis

“Consumidor sustentável” é o próximo passo ao respeito ambiental

Secretário estadual do Meio ambiente disse que consumidor deve ser reeducado para dissolver preconceitos a produtos reciclados.

André Luis Saraiva, diretor de Responsabilidade da Abinee

Sempre que se fala em compromissos com a sustentabilidade, de respeito ao meio ambiente e à sociedade, logo se pensa nas posturas que empresas e prestadores de serviço devem assumir para equilibrar os gastos dos bens do planeta. Porém, as contrapartidas mundiais já exigem a discussão em um patamar mais abrangente, que inclui um novo agente social: o consumidor sustentável.

Foi durante o seminário Instrumentos Fiscais e a Reciclagem de Resíduos, nesta quarta-feira (30), na Fiesp, que o secretário Estadual do Meio Ambiente, Pedro Ubiratan, insistiu na urgência de Estado e sociedade dirigirem esforços para a reeducação do consumidor, quem de fato define a demanda por produtos e serviços.

“Ainda temos um consumidor muito preconceituoso em relação ao que é reciclado. Há a crença de que este tipo de produto possui menor qualidade”, argumentou. “Temos urgência em alterar esse cenário”, completou.

Em relação ao papel do governo estadual de São Paulo, Ubiratan anunciou que está sendo trabalhado um sistema declaratório anual de resíduos sólidos, no qual as empresas terão de revelar a quantidade e destinação das sobras de suas produções.

Na opinião do secretário de Meio Ambiente, a iniciativa ajudará a estipular metas mais adequadas à reciclagem de materiais. “Dessa forma será mais fácil definir regras específicas de reciclagem por setor produtivo e mais equilíbrio ao papel de cada um”, apostou.

Menor x Melhor

Por outro lado, o diretor de Responsabilidade Socioambiental da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), André Luis Saraiva, ressaltou que o Estado também deveria cumprir com sua função de “consumidor consciente”. Em sua avaliação não é isso o acontece. “Na hora da compra, a prioridade do Estado tem sido o menor preço, quando ele deveria optar pelo melhor preço”, criticou.

Já o delegado da Receita Federal do Brasil de Administração Tributária de São Paulo (Derat/SP), Antonio Carlos Lessa, completou dizendo que apenas punir as ações prejudiciais ao meio ambiente não basta. Para ele, o ideal é direcionar incentivos e alívios fiscais a empresas que realizam boas práticas.

“Questão importante no debate da sustentabilidade é a cobrança por produtos mais eficientes e menos poluidores por parte das indústrias. Não só punir, mas também beneficiar quem merece”, defendeu.

Segundo Lessa, este deve ser o preceito norteador de medidas como a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que regulamenta o ciclo completo dos produtos, desde a obtenção de matérias-primas e insumos, passando pelo processo produtivo e pelo consumo até a disposição final. Processo que integra empresas, comerciantes e consumidores.

Thiago Eid, Agência Indusnet Fiesp

Fonte: FIESP

Exposição “Design Brasil – 101 anos de história”

Será inaugurada na terça-feira, 6 de julho, a exposição “Design Brasil
– 101 anos de história”, no MCB (Museu da Casa Brasileira), em São
Paulo. A exposição tem curadoria do jornalista e arquiteto Pedro Ariel
Santana e traz um panorama do design brasileiro do início do século
20 aos dias atuais, propondo uma discussão sobre a evolução do
conceito de morar, da tecnologia e do uso de materiais ao longo do
século passado. Estarão expostas 48 peças símbolos de um século
de design, com criações de Joaquim Tenreiro e Sergio Rodrigues até
os irmãos Campana e Oscar Niemeyer. No dia 6 de julho, às 19h30,
abertura da mostra, será lançado livro com título homônimo ao da
exposição, trazendo o perfil de 83 profissionais e 500 peças. A mostra
poderá ser visitada até o dia 8 de agosto, de terça-feira a domingo, das
10h00 às 18h00. O ingresso custa R$ 4,00, havendo meia-entrada para
estudantes, e é gratuida aos domingos e feriados. O MCB fica na
Av. Brigadeiro Faria Lima, 2705 (Jardim Paulistano).

Mais informações pelo telefone (11) 3032-3727 ou no site: www.mcb.org.br.

Brasileiros premiados no IDEA 2010

A Industrial Designers Society of America (IDSA) anunciou, recentemente, o resultado do IDEA Awards 2010, e o design brasileiro marcou presença na premiação, tendo nove produtos reconhecidos (quatro deles levaram o ouro).

O simpático Guaraná Jesus, muitíssimo popular no Maranhão, foi premiado com o ouro na categoria Estratégia de Design. A equipe da Dia Comunicação, do Rio de Janeiro, reformulou a lata do refrigerante e a versão final foi escolhida em votação pública pela internet e SMS.

_Guarana Jesus

Outro produto que recebeu o ouro (desta vez na categoria Casa) foi o cesto multiuso Trama, criado pela equipe da Bertussi Design, de Porto Alegre, para a Martiplast. O bacana deste produto é a matéria-prima eco-friendly: o plástico é composto por polipropileno acrescido de 40% de resina de fibras da cana-de-açúcar.

_CestoTrama

Ainda na categoria Casa, a mesa de jantar Demoiselle foi premiada com o bronze. Criada pelo arquiteto e designer Paulo Foggiato, da Oré Brasil, a estrutura da mesa é feita em multilaminado de bambu e foi projetada com base nas asas dos primeiros aviões, especialmente o Demoiselle, criado por Santos Dumont no início do século XX. O destaque, além do apelo ecologicamente correto, fica para a leveza formal da peça e sua estética atemporal.

_mesa demoiselle

Também me chamou atenção a maçaneta Easylock, desenvolvida pela equipe da Nó Design, de São Paulo. Criada para uso em portas sanfonadas, a maçaneta permite que o usuário feche e tranque a porta usando apenas uma mão (normalmente, é preciso empurrar a porta com uma mão e fechar o trinco com a outra). “Como muitas pessoas acabam empurrando a porta com o próprio trinco, essa peça delicada se desgasta mais rapidamente”, explicam os designers.

_maçaneta easy-lock

Além disso, o formato de botão “liga-desliga” (que remete a elementos tecnológicos) e a estética clean da maçaneta atualizam e valorizam as portas sanfonadas. A maçaneta foi premiada com a prata, também na categoria Casa.

Os produtos brasileiros concorreram na edição norte-americana ao participar do IDEA/Brasil. Para ver todos os premiados, clique aqui.

(Fonte: IDEA/Brasil)

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