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	<title>Associação Catarinense de Design - SCDesign &#187; Notícias</title>
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	<link>http://www.scdesign.org.br</link>
	<description>Portal oficial da Associação Catarinense de Design - SCDesign</description>
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		<title>Feel The Future</title>
		<link>http://www.scdesign.org.br/noticias/2010/09/feel-the-future.htm</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 02:24:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Wagner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[metodologia]]></category>
		<category><![CDATA[pós graduaçao]]></category>

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		<description><![CDATA[Criador de Feel The Future em Joinville, ministrará módulo para pós em Inovação Kleber Roberto Puchaski, o designer gráfico criador da metodologia Feel The Future, estará em Joinville dias 17 e 18 de setembro, na Sustentare Escola de Negócios, ministrando curso para alunos da pós-graduação em Inovação e opcionalmente para profissionais da área de design [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Criador de Feel The Future em Joinville</strong>, ministrará módulo para pós em Inovação Kleber Roberto Puchaski, o designer gráfico criador da metodologia Feel The Future, estará em Joinville dias <span style="text-decoration: underline;"><strong>17 e 18 de setembro</strong></span>, na Sustentare Escola de Negócios, ministrando curso para alunos da pós-graduação em Inovação e opcionalmente para profissionais da área de design em caráter de extensão.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>O curso será sobre a metodologia “Feel the Future”, que parte da ideia que o design não é apenas uma tradução gráfica ou física dos atributos da marca, mas uma plataforma de pensamento que deve entrelaçar-se em todos os níveis das empresas. Para ele, ela deve ser o link entre o pensamento lógico e o pensamento criativo. “Isso chamo de pensamento híbrido”, diz.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span><br />
Kleber Puchaski é designer de produtos e gráfico e mestre em Design e Branding Strategy pela Brunel University. Como designer do Banco HSBC (1997-2002) foi responsável pelo projeto de re-brand no Brasil, além de projetos gráficos, merchandising, interior design e sinalização. Ele estará na pós de Inovação, desenhada para fomentar líderes e gestores de processos de inovação a compreender com profundidade o processo criativo de desenvolvimento de novos produtos.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">. </span></p>
<p>Informações (47) 3026-4950 ou <a href="sustentare@sustentare.net">sustentare@sustentare.net</a></p>
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		<title>Bolsas de estudo para o Politécnico de Milão</title>
		<link>http://www.scdesign.org.br/noticias/2010/07/bolsas-de-estudo-para-o-politecnico-de-milao.htm</link>
		<comments>http://www.scdesign.org.br/noticias/2010/07/bolsas-de-estudo-para-o-politecnico-de-milao.htm#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 19:33:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Wagner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsas de estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Produto]]></category>
		<category><![CDATA[Designers]]></category>
		<category><![CDATA[poli.design milano]]></category>
		<category><![CDATA[pós graduaçao]]></category>

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		<description><![CDATA[O POLI.design - Consorcio  do Politecnico de Milano está oferendo bolsas de estudo do curso de pos-graduaçao em idioma ingles em desenho industrial pra arquitetura.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O POLI.design &#8211; Consorcio  do Politecnico de Milano está oferendo 20 bolsas de estudo do curso de pos-graduaçao em idioma inglês em desenho industrial pra arquitetura.</p>
<p>Serão quatro cursos de pós-graduação do Politecnico de  Milão, que vão começar neste outono.</p>
<p>Os interessados podem obter mais informações nas páginas <a href="http://www.polidesign.net/master" target="_blank">www.polidesign.net/master </a> e <a href="http://www.polidesign.net/" target="_blank">www.polidesign.net</a>.</p>
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ePW4ZL73mvY69wnJLs0VQboHvO4/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ePW4ZL73mvY69wnJLs0VQboHvO4/0/di" border="0" alt="" /></a><br />
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ePW4ZL73mvY69wnJLs0VQboHvO4/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ePW4ZL73mvY69wnJLs0VQboHvO4/1/di" border="0" alt="" /></a></p>
<p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Abcdesign/~4/BdGCURTam38" alt="" width="1" height="1" /></p>
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		<title>Exposição: Tipografia vernacular em Recife</title>
		<link>http://www.scdesign.org.br/noticias/2010/07/exposicao-tipografia-vernacular-em-recife.htm</link>
		<comments>http://www.scdesign.org.br/noticias/2010/07/exposicao-tipografia-vernacular-em-recife.htm#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 11:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Wagner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[tipografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi aberta no dia 8 de julho, e poderá ser vista até 8 de setembro, no Centro de Design do Recife, a exposição &#8220;Tipografia vernacular: Do analógico ao digital&#8220;. A mostra, que tem Fátima Finizola e Damião Santana, pretende apresentar a diversidade da paisagem tipográfica dos centros urbanos e as experiências visuais e informacionais que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone" src="http://www.centrodesignrecife.org/img/logo.gif" alt="" width="94" height="152" /></p>
<p style="text-align: justify;">Foi aberta no dia 8 de julho, e poderá ser vista<strong> até 8 de setembro</strong>, no Centro de Design do Recife, a exposição “<strong>Tipografia vernacular: Do analógico ao digital</strong>“. A mostra, que tem Fátima Finizola e Damião Santana, pretende apresentar a diversidade da paisagem tipográfica dos centros urbanos e as experiências visuais e informacionais que ela proporciona, tratando desde os letreiramentos populares até a produção tipográfica digital brasileira recente que busca referências no universo da letra popular.</p>
<p style="text-align: justify;">A exposição pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, na Galeria do Centro de Design do Recife, que fica no Pátio de São Pedro, casa 10 (São José).</p>
<p>Mais informaçõespelo telefone (81) 3355-3147 ou no site: <a href="http://www.centrodesignrecife.org/noticia.php?id=72" target="_blank">www.centrodesignrecife.org</a>.</p>
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<p><img usemap="http://www.designgrafico.art.br/site/2010/07/15/exposicao-tipografia-vernacular-em-recife/#google_ad_map_7157_a5b3f3f28a9a0304" src="http://imageads.googleadservices.com/pagead/ads?format=468x30_aff_img&amp;client=&amp;channel=&amp;output=png&amp;cuid=7157&amp;url=%20http://www.designgrafico.art.br/site/2010/07/15/exposicao-tipografia-vernacular-em-recife/" border="0" alt="" /></p>
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		<title>50 milhões em Inovação Industrial</title>
		<link>http://www.scdesign.org.br/noticias/2010/07/50-milhoes-em-inovacao-industrial.htm</link>
		<comments>http://www.scdesign.org.br/noticias/2010/07/50-milhoes-em-inovacao-industrial.htm#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 13:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Wagner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CNI]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[inovação industrial]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>
		<category><![CDATA[sebrae]]></category>

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		<description><![CDATA[CNI e Sebrae investirão R$ 50 milhões em inovação industrial onde os recursos serão utilizados para financiar a criação de núcleos de inovação em 20 estados brasileiros ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">CNI e Sebrae investirão R$ 50 milhões em inovação industrial onde os recursos serão utilizados para financiar a criação de núcleos de inovação em 20 estados brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify;">A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Serviço Brasileiro de  Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) vão investir cada um R$ 25  milhões, um total de R$ 50 milhões, em um projeto de inovação na  indústria. A afirmação foi feita nesta segunda-feira em conjunto por  representantes da CNI, Sebrae, BNDES e Ministério da Ciência e  Tecnologia (MCT), após reunião na sede da CNI em São Paulo. Os recursos  serão usados para financiar a formação de núcleos de inovação em 20  Estados.</p>
<p style="text-align: justify;">Os núcleos vão ser conduzidos pelas federações de indústrias. O  objetivo destes núcleos é formar empresários na gestão da inovação e  investir em um total de 18 mil empresas. O projeto faz parte de um  programa maior, o Comitê de Mobilização pela Inovação, com o qual o  BNDES já vem trabalhando em parceria com o MCT. &#8220;O Comitê de Mobilização  pela Inovação é o ponto central das ações da CNI dentro do Programa de  Competitividade da Indústria Brasileira&#8221;, afirma o presidente da CNI,  Robson Braga de Andrade.</p>
<p style="text-align: justify;">Em maio, a CNI apresentou aos principais candidatos à Presidência da  República uma série de propostas abordando as questões tributárias,  ambientais, de infraestrutura e de comércio internacional. Todas as  propostas, de acordo com Andrade, convergem para o aumento da  competitividade do País. &#8220;E na competitividade o tema central é a  inovação&#8221;, diz o executivo, para quem sem investimentos em inovação o  Brasil vai perder a condição de país competitivo com possibilidade de  crescer a taxas sustentadas.</p>
<address>Fonte: <a href="http://economia.ig.com.br/inovacao/cni+e+sebrae+investirao+r+50+milhoes+em+inovacao+industrial/n1237686010550.html" target="_blank">IG Inovação</a><br />
</address>
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		<title>Guarda-roupa digital já é realidade</title>
		<link>http://www.scdesign.org.br/blog/2010/07/guarda-roupa-digital-ja-e-realidade.htm</link>
		<comments>http://www.scdesign.org.br/blog/2010/07/guarda-roupa-digital-ja-e-realidade.htm#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 11:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Wagner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[design moda]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[Software &#8220;Com Qual Roupa?&#8221; ajuda a catalogar e combinar todas as peças do armário. A cena em que Cher &#8211; a personagem de Alicia Silverstone no filme &#8220;As Patricinhas de Beverly Hills&#8221; &#8211; escolhe suas roupas por meio de um programa de computador fez muita garota suspirar de inveja. Montar combinações e looks sem deixar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Software &#8220;Com Qual Roupa?&#8221; ajuda a catalogar e combinar todas as peças do armário.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 428px"><img class=" " src="http://www.scdesign.org.br/media/2010/07/deyiqrw50am3lisiwwdlqbdhy3.jpg" alt="" width="418" height="261" /><p class="wp-caption-text">Foto: Selmy Yassuda (Dany Padilha, á esquerda, desenvolveu o software &quot;Com qual roupa?&quot;, que gerencia o guarda-roupa. Karla Kretzman aprovou a novidade)</p></div>
<h6><strong><br />
</strong></h6>
<p style="text-align: justify;">A cena em que Cher &#8211; a personagem de Alicia Silverstone no filme &#8220;As  Patricinhas de Beverly Hills&#8221; &#8211; escolhe suas roupas por meio de um  programa de computador fez muita garota suspirar de inveja. Montar  combinações e looks sem deixar o armário desorganizado ou uma pilha de  peças em cima da cama é um sonho de consumo de muita mulher e &#8211; por que  não? &#8211; também de muitos homens preocupados com praticidade e boa  aparência. Pois a administradora Dany Padilha desenvolveu o software  &#8220;Com qual roupa?&#8221;, que  faz exatamente isso: cataloga todas as roupas do  guarda-roupa da pessoa e ajuda a fazer combinações com rapidez e  eficiência.</p>
<p style="text-align: justify;">A criação surgiu de uma necessidade pessoal de Dany. &#8220;Em 2008, estava  morando na Califórnia, um lugar de muito consumo, e vi que tinha roupas  demais e precisava organizá-las de alguma forma. Procurei pela internet  algum programa que suprisse minhas necessidades e não encontrei. Se até  namorados podemos escolher na internet, porque não podemos fazer o  mesmo com as nossas roupas?&#8221;, explicou a empreendedora, que já havia  investido em diversos negócios, desde exportação de granito até uma  fábrica de molhos para massa.</p>
<p style="text-align: justify;">O software &#8211; que custa R$ 385, mas pode ser baixado gratuitamente por  30 dias no site &#8211; separa  as peças por tipo, cores, estilos, marca, clima e até a última data  utilizada – ferramenta, aliás, que pode evitar a repetição de peças em  um mesmo grupo ou evento, o pesadelo de muitas mulhreres. &#8220;É muito fácil  usar uma combinação que já sabemos que deu certo. O programa ajuda a  multiplicar o uso delas, além de inibir o impulso consumista porque  vemos quais são as nossas verdadeiras necessidades&#8221;, explica Dany.<br />
O passo principal para que o software funcione bem é fotografar com  capricho todas as roupas. E isso exige paciência. O ideal é que elas  sejam vestidas uma a uma em um manequim e que assim sejam fotografadas.  Para quem mora no Rio de Janeiro, no entanto, Dany oferece serviço  complementar que faz o cadastramento das roupas a serem inseridas no  software. Ela cobra R$ 4 por peça e exige um mínimo de trezentas no  vestuário. Os acessórios, como bolsas e sapatos, também podem ser  fotografados – o software oferece a opção de combiná-los com a roupa  escolhida.<br />
A analista do mercado financeiro Karla Kretzman, de 37 anos, comprou o  programa. &#8220;Na correria do dia a dia fica dificil ter tempo para ficar  pensando em combinações de roupa&#8221;, explicou. &#8220;Com o software, estou com  um outro olhar em relação a moda. Não quero mais os looks que as  vitrinistas das lojas montam. Estou mais criativa. Posso usar as minhas  roupas de diversas maneiras e passar adiante o que nunca vou usar&#8221;,  completou.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde o final de janeiro, quase 15 mil pessoas baixaram ou compraram o  programa. Além disso, em seu blog,  Dany  faz papel de guru da moda dando dicas e publicando combinações que as  suas leitoras e usuárias mandam.</p>
<address>Fonte: <a href="http://moda.ig.com.br/dicasdemoda/guardaroupa+digital+ja+e+realidade/n1237688209890.html#2" target="_blank">IG Moda</a><br />
</address>
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		</item>
		<item>
		<title>Louis Vuitton compra a brasileira Sack&#8217;s</title>
		<link>http://www.scdesign.org.br/noticias/2010/07/louis-vuitton-compra-a-brasileira-sacks.htm</link>
		<comments>http://www.scdesign.org.br/noticias/2010/07/louis-vuitton-compra-a-brasileira-sacks.htm#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 13:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Wagner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Louis Vuitton]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>

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		<description><![CDATA[Controladores da Louis Vuitton ficarão com 70% da varejista de cosméticos mas o valor do negócio não foi revelado. O grupo francês LVMH anunciou nesta sexta-feira a compra de 70% da rede brasileira Sack’s, especializada no comércio de cosméticos. Os termos financeiros da transação não foram revelados. Com a operação, o grupo francês, voltado ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://www.scdesign.org.br/media/2010/07/louis-vuitton-logo1.jpg" alt="" width="256" height="256" /></p>
<p>Controladores da Louis Vuitton ficarão com 70% da varejista de  cosméticos mas o valor do negócio não foi revelado.</p>
<p>O grupo francês LVMH anunciou nesta sexta-feira a compra de 70% da  rede brasileira Sack’s, especializada no comércio de cosméticos. Os  termos financeiros da transação não foram revelados. Com a operação, o  grupo francês, voltado ao segmento de luxo, fará entrar no mercado  brasileiro a marca Sephora.</p>
<p>Fundada em 2000, a Sack’s comercializa mais de 270 marcas e tem mais  de 830 mil clientes. Os 30% restantes da empresa permanecerão nas mãos  de seu fundador, Carlos André Montenegro. O empresário será mantido no  comando executivo da companhia.</p>
<p>A LVMH controla marcas como Moët &amp; Chandon, Dom Pérignon e Louis  Vuitton.</p>
<p>Fonte: <a href="http://economia.ig.com.br/empresas/comercioservicos/grupo+lvmh+compra+a+brasileira+sacks/n1237695996086.html" target="_blank">IG Empresas</a></p>
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		<item>
		<title>Nova técnica melhora resistência dos bioplásticos</title>
		<link>http://www.scdesign.org.br/noticias/2010/07/nova-tecnica-melhora-resistencia-dos-bioplasticos.htm</link>
		<comments>http://www.scdesign.org.br/noticias/2010/07/nova-tecnica-melhora-resistencia-dos-bioplasticos.htm#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 13:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Wagner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bioplástico]]></category>
		<category><![CDATA[plástico ecológico]]></category>
		<category><![CDATA[plásticos biodegradáveis]]></category>

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		<description><![CDATA[Plástico feito de polpa de celulose é mais firme que outros bioplásticos, mas ainda é mais caro do que tradicional ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O grande desafio da indústria de plástico é encontrar um produto que  seja resistente como o plástico tradicional, feito a partir do petróleo,  e, ao mesmo tempo, biodegradável e pouco nocivo ao meio ambiente.  Anúncios feitos nos últimos meses mostram que o setor está perto de  encontrar esse equilíbrio. Um exemplo é o trabalho de Antonio Aprígio da  Silva Curvelo, professor da Universidade de São Paulo. Ele desenvolveu  um plástico que utiliza matéria prima vegetal e apresenta maior  consistência graças a um reforço estrutural obtido com a utilização de  polpa celulósica, estrutura da planta que deixa o plástico mais  resistente.</p>
<p>O novo bioplástico compostável, que depende de microorganismos para  se degradar, é feito com amido de fontes vegetais, como milho, batata,  mandioca e arroz. O tempo de degradação é estimado em até 180 dias. Um  plástico tradicional leva quase 400 anos para sumir do meio ambiente.  Apesar de ainda não estar no mercado, algumas empresas já demonstraram  interesse no material. “A partir dos estudos realizados já é possível  produzir em larga escala”, diz Curvelo.</p>
<p>Os plásticos biodegradáveis são uma alternativa aos produtos  convencionais e têm a vantagem de não se acumularem no meio ambiente. “O  uso é indicado para aqueles produtos nos quais a utilização ocorre uma  única vez e já há o descarte”, diz Telmo Ojeda, doutor em engenharia de  materiais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS). O único  problema do bioplástico compostável é o preço. “O custo é cerca de  cinco vezes maior do que os feitos com plásticos convencionais, porque  sua fabricação depende de biotecnologia e a demanda ainda é pequena”,  afirma Ojedo.</p>
<p><strong>Plásticos ecológicos</strong></p>
<p><strong><img class="alignnone" src="http://www.scdesign.org.br/media/2010/07/bvkmizi80vso03802bqc953ct5.jpg" alt="" width="316" height="237" /></strong></p>
<h5>Foto: Sacolas produzidas com bioplástico Res Brasil</h5>
<p>O bioplástico compostável desenvolvido pelo professor da USP é mais  um tipo de plástico ambientalmente correto a chegar ao mercado.  Especializada em embalagens naturalmente degradáveis, a Res Brasil tem  parcerias com universidades no exterior, fornece tecnologia para a  fabricação de bioplásticos a mais de 260 empresas licenciadas para  produzir o material e ainda comercializa embalagens para empresas como  Bradesco, Vivo e Colgate-Palmolive.</p>
<p>A Res Brasil tem três tipos de plástico degradável. A última  tecnologia a sair de seus laboratórios é o aditivo oxibiodegradável, que  torna o período de degradação dos plásticos tradicionais cerca de 200  vezes menor. “Apesar de ter um custo até 10% maior do que os plásticos  tradicionais, ele já é usado em 80% das sacolas plásticas brasileiras”,  diz Eduardo Van Roosti, diretor da empresa. Já o bioplástico  compostável, fabricado com amido, tem custo até 10 vezes mais caro do  que os convencionais. A Res Brasil ainda desenvolve ainda os  hidrossolúveis, plásticos utilizados para embalar produtos secos que  serão dissolvidos em água.</p>
<p>O aumento na procura pelos bioplásticos se reflete no faturamento. “A  empresa tem duplicado de tamanho nos últimos anos, temos mais de 270  empresas que usam nossos produtos e a previsão é de que o número aumente  cerca de 5% ao mês”, diz Roosti.</p>
<p>A Biomater é outra empresa no ramo dos plásticos biodegradáveis.  Fundada em 2003, dedica-se aos bioplásticos compostáveis feitos com  amido de mandioca, batata e milho. É sócia da empresa holandesa  Rodenburg Biopolymers que produz plásticos biodegradáveis há mais de 10  anos, e por meio dessa parceria transfere tecnologias.</p>
<p>João Carlos de Godoy Moreira, diretor de tecnologia da Biomater, diz  que em outubro a empresa inaugurará uma usina de bioplástico no Mato  Grosso do Sul. “Será capaz de produzir cinco mil toneladas do produto  por ano, atendendo parte da demanda, estimada em aproximadamente oito  milhões de toneladas por ano”, afirma.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.scdesign.org.br/media/2010/07/ah6m9ieikop21hvi3ygfczqwf4.jpg" alt="" width="316" height="237" /></p>
<h5>Foto: Jogo da Estrela é feito com &#8220;plástico verde&#8221; da Braskem</h5>
<p>De olho no mercado de sustentabilidade, a Braskem, produtora de  resinas termoplásticas e de outros produtos petroquímicos, desenvolveu o  polietileno verde. O novo biopolímero, ou “plástico verde”, utiliza o  álcool, uma fonte renovável obtida da cana-de-açúcar, como matéria  prima. O produto tem características físicas e mecânicas comparáveis aos  plásticos convencionais, com uma desvantagem: não é biodegradável.</p>
<p>A empresa, que concentrava sua produção de plásticos no petróleo,  agora considera o biopolímero como pilar de seu crescimento, com demanda  garantida em empresas como Natura, Estrela e Johnson &amp; Johnson. “A  venda deste novo material começará no quarto trimestre, de outubro a  dezembro, e disponibilizaremos 220 mil toneladas por ano ao mercado na  nova fábrica do Rio Grande do Sul”, diz Leonora Novaes, gerente  comercial do projeto de polietileno verde da Braskem.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<address><strong>Bruna Bessi, iG São Paulo</strong></address>
<address>Fonte: <a href="http://economia.ig.com.br/inovacao/nova+tecnica+melhora+resistencia+dos+bioplasticos/n1237692555240.html" target="_blank">IG Economia</a><br />
</address>
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		<title>Empresas investem pouco em inovação para a Classe C</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 13:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Wagner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Os estudiosos do consumo identificaram que empresas interessadas em conquistar o consumidor da baixa renda adotam quatro tipos diferentes de estratégia. A mais comum é criar versões mais baratas do mesmo produto, normalmente com mudanças no tamanho da embalagem. A menos adotada, mas considerada a mais importante, é a criação de produtos e serviços específicos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://www.scdesign.org.br/media/2010/07/nt0750a2.jpg" alt="" width="120" height="76" /></p>
<p>Os estudiosos do consumo identificaram que empresas interessadas em  conquistar o consumidor da baixa renda adotam quatro tipos diferentes de  estratégia. A mais comum é criar versões mais baratas do mesmo produto,  normalmente com mudanças no tamanho da embalagem. A menos adotada, mas  considerada a mais importante, é a criação de produtos e serviços  específicos para quem tem menos dinheiro.</p>
<p>Segundo Haroldo Torres,  sócio da consultoria C D E, especializada em consumidores de baixa  renda, a relutância em inovar tem razões culturais e financeiras. “Criar  algo pressupõe aceitar que padrões bem-sucedidos podem não servir no  futuro”, diz Torres. “Também exige mudar a cultura de trabalho, a gestão  e a até a composição da equipe. Para ele, ações como essas demandam  tempo e, acima de tudo, dinheiro, sem que o investidor tenha garantias  de retorno. “Poucos homens de negócio têm coragem de reconhecer erros ou  assumir os riscos de mudanças que podem levar a perdas financeiras”,  afirma.</p>
<p>Veja abaixo as estratégias mais comuns para conquistar a  classe C e exemplos de empresas que decidiram adotá-las.</p>
<p><strong>1)  Vender mais, do mesmo, por menos</strong></p>
<p>É a estratégia mais fácil e mais  comum. A empresa acredita que os mais pobres almejam os mesmos bens dos  mais ricos e lhe oferece os mesmos produtos em versões mais acessíveis.</p>
<p>Exemplo:<br />
a  nova linha de sucos de frutas Dell Valle Mais, da Coca-Cola. Pode ser  encontrada na embalagem em 750 ml, a um preço médio 25% menor que a  versão original, de um litro</p>
<p><strong>2) Repaginar produtos  tradicionais</strong></p>
<p>A empresa faz ajustes em seu produto ou modelo de  negócio para aproximá-lo do consumidor de classe C. É a estratégia  predominante no setor de serviços, principalmente entre bancos e  supermercados</p>
<p>Exemplo:<br />
a rede Todo Dia, do Walmart. Com 77  unidades de porte médio tem instalações mais simples e localizadas nas  periferias. Oferecem alimentos, produtos eletrônicos e brinquedos com  preços de 5% a 25% menores que o da concorrência e do próprio Walmart.</p>
<p><strong><br />
3)  Apostar na inovação</strong></p>
<p>A empresa decide criar produtos e serviços  sob medida para as necessidades das classes emergentes. Poucas empresas  aceitaram o risco de investir nessa estratégia, apesar de ser uma das  mais indicadas.</p>
<p>Exemplo:<br />
a estratégia global da Nestlé que  busca atender 2,8 bilhões de pessoas que vivem com menos de US$ 10 por  dia. Uma das ações é desenvolver alimentos com nutrientes específicos  para países emergentes. No Brasil, uma das iniciativas mais recente foi o  lançamento do Ninho com cereal, com fortificantes apropriados para  suprir as carências alimentares de crianças nas regiões Norte e  Nordeste. Outra ação foi adoção do modelo de vendas porta-à-porta,  entregue a uma rede de microempreendedores.</p>
<p><strong>4) Investir no  bem estar do consumidor</strong></p>
<p>É a estratégia mais rara. Normalmente  baseia-se em campanhas promocionais que buscam aperfeiçoar a qualidade  de vida e o conhecimento dos consumidores. A divulgação da marca e a  venda dos produtos ficam em segundo plano e ocorrem por associação  indireta.</p>
<p>Exemplo:<br />
a campanha de prevenção do câncer de mama  realizado pela Avon no mundo, concebida para fortalecer a idéia de que a  empresa não quer só vender seus produtos, mas também participar das  vida das clientes e oferecer soluções para seus problemas.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<address>Edição: 199, Autor: IG Economia &#8211; CGI Moveleiro</address>
<address>Fonte: <a href="http://www.totalmoveis.com.br/nw_show_news.asp?idnot=2429&amp;ided=199&amp;idtp=gst" target="_blank">TotalMoveis</a><br />
</address>
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		<title>&#8220;Consumidor sustentável&#8221; é o próximo passo ao respeito ambiental</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 13:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Wagner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[design produtos]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Secretário estadual do Meio ambiente disse que consumidor deve ser reeducado para dissolver preconceitos a produtos reciclados. André Luis Saraiva, diretor de Responsabilidade da Abinee Sempre que se fala em compromissos com a sustentabilidade, de respeito ao meio ambiente e à sociedade, logo se pensa nas posturas que empresas e prestadores de serviço devem assumir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Secretário estadual do Meio ambiente  disse que consumidor deve ser reeducado para dissolver preconceitos a  produtos reciclados.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.scdesign.org.br/media/2010/07/andre_luis_saraiva2.jpg" alt="" width="220" height="150" /><strong></strong></p>
<p><strong>André Luis Saraiva, diretor de Responsabilidade da Abinee</strong></p>
<p>Sempre que se fala em compromissos com a sustentabilidade, de respeito  ao meio ambiente e à sociedade, logo se pensa nas posturas que empresas e  prestadores de serviço devem assumir para equilibrar os gastos dos bens  do planeta. Porém, as contrapartidas mundiais já exigem a discussão em  um patamar mais abrangente, que inclui um novo agente social: o  consumidor sustentável.</p>
<p>Foi durante o seminário Instrumentos Fiscais e a Reciclagem de Resíduos,  nesta quarta-feira (30), na Fiesp, que o secretário Estadual do Meio  Ambiente, Pedro Ubiratan, insistiu na urgência de Estado e sociedade  dirigirem esforços para a reeducação do consumidor, quem de fato define a  demanda por produtos e serviços.</p>
<p>“Ainda temos um consumidor muito preconceituoso em relação ao que é  reciclado. Há a crença de que este tipo de produto possui menor  qualidade”, argumentou. “Temos urgência em alterar esse cenário”,  completou.</p>
<p>Em relação ao papel do governo estadual de São Paulo, Ubiratan anunciou  que está sendo trabalhado um sistema declaratório anual de resíduos  sólidos, no qual as empresas terão de revelar a quantidade e destinação  das sobras de suas produções.</p>
<p>Na opinião do secretário de Meio Ambiente, a iniciativa ajudará a  estipular metas mais adequadas à reciclagem de materiais. “Dessa forma  será mais fácil definir regras específicas de reciclagem por setor  produtivo e mais equilíbrio ao papel de cada um”, apostou.</p>
<p><strong>Menor x Melhor</strong></p>
<p>Por outro lado, o diretor de Responsabilidade Socioambiental da  Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), André  Luis Saraiva, ressaltou que o Estado também deveria cumprir com sua  função de “consumidor consciente”. Em sua avaliação não é isso o  acontece. “Na hora da compra, a prioridade do Estado tem sido o menor  preço, quando ele deveria optar pelo melhor preço”, criticou.</p>
<p>Já o delegado da Receita Federal do Brasil de Administração Tributária  de São Paulo (Derat/SP), Antonio Carlos Lessa, completou dizendo que  apenas punir as ações prejudiciais ao meio ambiente não basta. Para ele,  o ideal é direcionar incentivos e alívios fiscais a empresas que  realizam boas práticas.</p>
<p>“Questão importante no debate da sustentabilidade é a cobrança por  produtos mais eficientes e menos poluidores por parte das indústrias.  Não só punir, mas também beneficiar quem merece”, defendeu.</p>
<p>Segundo Lessa, este deve ser o preceito norteador de medidas como a  Política Nacional de Resíduos Sólidos, que regulamenta o ciclo completo  dos produtos, desde a obtenção de matérias-primas e insumos, passando  pelo processo produtivo e pelo consumo até a disposição final. Processo  que integra empresas, comerciantes e consumidores.</p>
<p><strong><em>Thiago Eid, Agência Indusnet  Fiesp</em></strong></p>
<address><strong><em>Fonte: <a href="http://www.fiesp.com.br/agencianoticias/2010/07/01/consumidor_sustentavel_meio_ambiente.ntc" target="_blank">FIESP</a><br />
</em></strong></address>
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		<title>Exposição “Design Brasil – 101 anos de história”</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 19:52:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Produto]]></category>
		<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[HistÃ³ria]]></category>
		<category><![CDATA[Museu da Casa Brasileira]]></category>

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		<description><![CDATA[Será inaugurada na terça-feira, 6 de julho, a exposição &#8220;Design Brasil
– 101 anos de história&#8221;, no MCB (Museu da Casa Brasileira), em  São
Paulo. A exposição tem curadoria do jornalista e arquiteto Pedro Ariel
Santana e traz um panorama do design brasileiro do início do  século
20 aos dias atuais, propondo uma discussão sobre a evolução [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.designgrafico.art.br/site/wp-content/uploads/2010/07/mcb.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7085" src="http://www.designgrafico.art.br/site/wp-content/uploads/2010/07/mcb.jpg" alt="" width="180" height="92" /></a></p>
<p>Será inaugurada na terça-feira, 6 de julho, a exposição “Design Brasil<br />
– 101 anos de história”, no MCB (Museu da Casa Brasileira), em  São<br />
Paulo. A exposição tem curadoria do jornalista e arquiteto Pedro Ariel<br />
Santana e traz um panorama do design brasileiro do início do  século<br />
20 aos dias atuais, propondo uma discussão sobre a evolução do<br />
conceito de morar, da tecnologia e do uso de materiais ao longo  do<br />
século passado. Estarão expostas 48 peças símbolos de um século<br />
de design, com criações de Joaquim Tenreiro e Sergio Rodrigues  até<br />
os irmãos Campana e Oscar Niemeyer. No dia 6 de julho, às 19h30,<br />
abertura da mostra, será lançado livro com título homônimo ao da<br />
exposição, trazendo o perfil de 83 profissionais e 500 peças. A  mostra<br />
poderá ser visitada até o dia 8 de agosto, de terça-feira a  domingo,   das<br />
10h00 às 18h00. O ingresso custa R$ 4,00, havendo meia-entrada  para<br />
estudantes, e é gratuida aos domingos e feriados. O MCB fica na<br />
Av. Brigadeiro Faria Lima, 2705 (Jardim Paulistano).</p>
<p><strong>Mais  informações pelo telefone (11) 3032-3727 ou no site:</strong> <strong><a rel="nofollow" href="http://www.mcb.org.br/mcbItem.asp?sMenu=P002&amp;sTipo=5&amp;sItem=1501&amp;sOrdem=0">www.mcb.org.br</a>.</strong></p>
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